AssociaçãoTeatroFolcloreFutebol

Livro de Visitas


Mensagens (70)

Zé Domingues | 2011-12-26

Queria deixar uma mensagem de alegria e orgulho para todos que participaram no programa Portugal No Coracao. Nao apenas aqueles cantores/as, mas tambem quem trabalhou para que se realiza-se. Levaram o nosso Seixo ao mundo e que GRANDE e lindo trabalho. Aguardei este dia muito anciosamente e emocao, adorei. Abracos para todos e desejo-vos um santo e feliz natal e que 2012 vos traga muitas alegrias e saude.

jose manuel | 2011-04-20

gostava muito de encontrar um Filho da terra muito querido chamado paaaadre joao ventura pinho sera que me podem ajudar? obrigado

Manuela FOUILLOUX  | 2011-04-16

bopm dia a todos sera que as festas do seixo jà estejam programadas? Possivel saber os dias da festa? E haverà feira à antiga e quando? este ano venho a portugal com os meus filhos e seria tao bom ver como viviam os nos avos obrigado

M. Lucia Frade | 2011-03-28

Parabens pela iniciativa tão primorosa. Em vários escritos pude voltar aos tempos de menina, qdo minha mãe nos contava histórias do Seixo. Quase todos os nomes citados, reconhecí. Com este blog, pude reviver os momentos mágicos que povoaram minha mente juvenil. Meus pais imigraram para o Brasil na decada de 50. Nunca se esqueceram de seu Portugal amado e sua aldeia querida. Registros passados aos filhos, que anos depois puderam constatar em loco. Obrigadinha!

Paulo Pinto | 2011-01-08

Muito interessante a informação disponibilizada.

Pedro Frada (Canada) | 2010-12-24

Queremos desejar um Feliz Natal e prospero ano novo a todos os amigos e familiares na nossa terra. São os votos sinceros de Pedro, Anabela, Isaac e Lucas Frada. Um grande beijo e abraco para todos!

Manuel Goncalves | 2010-11-29
Bastante interessante sob diversos pontos de vista, esta iniciativa conhecida localmente e de mérito reconhecido. A página veio ao meu conhecimento por intermédio de um Amigo com quem contacto com frequência. Penso não estar enganado. Desejo os melhores sucesso na actividade corrente da Associação.
Etelvina Almeida | 2010-01-27

parab�ns pela vossa colectivadade. Desejo continua��o de bons projectos e magn�ficos eventos. Atentamente, Etelvina Almeida http://etelvina.wordpress.com/

Arlindo ribeiro lopesA | 2009-12-05

VOTOS DE UM SANTO E FELIZ NATAL A TODAS AS PESSOAS DO SEIXO E CABEÇAS VERDES PARA OS MEUS PRIMOS QUE SE ENCONTRAM EM FRANÇA CANADA MUITAS FELICIDADES E QUE TUDO CORRA BEM E PARA TODOS OS EMIGRANTES IGUAL

Marie-Alice Almeida | 2009-11-12

Uma maravilha de recordaçoes as fotografias da féira do seixo de Mira, atè a o burro da Ti "Arrorra" com o charro salgado....gostei muito! Obrigado a todos por nao deixar morrer as nossas lembranças.

F.Neves | 2009-10-11

Alcione, Saudações aqui da nossa terra. Tanto o sr Pe Camarinha como a esposa do Dr. Estrela já faleceram há alguns anos. Se fosse vivo. o Pe Camarinha teria agora 88 anos e o Dr. Estrela faleceu em 1972, com 60. A sua esposa. D. Rosa, andaria agora na casa dos 90. O Pe. Camarinha ainda tem irmãos vivos e muitos sobrinhos e sobrinhas aqui no Seixo. O próximo grande acontecimento aqui na nossa terra vai ser a inauguração de um LAR DE IDOSOS novo, no próximo dia 17. Procurei aqui num livro de genealogia do Seixo as suas raízes, para lhe falar dos seus ascendentes, mas como só diz o nome da sua mãe, não foi possível. O seu pai também era do Seixo? Se não é indiscrição, como se chamava? E os seus avós paternos e maternos? Os melhores cumprimentos

F. Neves | 2009-10-10

Em vez do texto anterior, peço a publicação deste A FONTE DE RIBA ou FONTE DO LÉRIAS Quem, no Seixo, partindo do chamado largo da Igreja Velha - nome por que, após a construção da actual matriz conhecida por Igreja Nova (1956), ficou a ser conhecida a capela e depois igreja de Nossa Senhora do Carmo, benzida e aberta ao culto em 1866, após a sua reconstrução - se dirige em direcção ao Cabeço, após uma ligeira descida, começa a notar uma gradual elevação a nível da geomorfologia dos terrenos. Dito por outras palavras, começa a sentir uma pequena subida que vai ter o seu ponto mais alto exactamente no chamado Cabeço de Portomar. Ora, assim como a palavra cabeça designa, para nós, a parte mais alta do corpo, assim a palavra Cabeço designa um sítio alto. Por isso, o nosso vizinho lugar do Cabeço chama-se assim por ser o sítio mais alto de Portomar. Outro tanto se diga do nome Cabeças-Verdes, lugar assim chamado por continuar a ser um sítio alto, como o Cabeço, mas enfeitado pela verdura da vegetação existente nas suas dunas de areias douradas. Partindo, então, do largo da Igreja Velha, em direcção a sul, passados cerca de 100 metros, encontramos do lado esquerdo uma fonte, situada na margem de um curso de água que vai tendo diferentes nomes conforme o sítio da localidade por onde passa: Vala dos Almeidas, Vala da Fonte, Vala dos Baixeiros, Vala do Seixo, Vala do Coroal, etc.. Na toponímia local, esta fonte, embora situada num sítio baixo, é conhecida por Fonte de Riba, sendo a mais famosa e útil para toda a povoação seixense. Era aqui que quase toda a gente se vinha abastecer de água para beber, sendo um lindo quadro ver as raparigas, na flor da mocidade, a encher à vez as cântaras de barro na sua bica, enquanto o namorado esperava, para depois a acompanhar até casa, em conversas e sonhos idílicos nos quais se projectava a vida do seu futuro lar. E ela, de roupa domingueira, muito limpa e asseada, era como que uma Afrodite, na sua figura esbelta, ainda mais favorecida pela elegância com que, mãos graciosamente pousadas nas ancas, caminhando e conversando, conseguia equilibrar a cântara cheio de água, pousada na rodilha que lhe encimava a cabeça. Ora riba é para nós uma palavra sinónima de cima. Vem do latim, da palavra ripa(m) onde significava as margens de um rio, de um curso de água. E sabemos que, por exigência da situação, as margens de um curso de água têm de ser mais altas do que a própria água, para a poderem conter. Porque os rios, valas e ribeiros, normalmente, ofereciam dificuldades na sua travessia, eram como que barreiras naturais que dividiam, separavam as populações que se encontravam numa ou na outra margem. E sendo estas, pela sua fresquidão, ricas em vegetação e na produção agrícola, causavam disputas pela sua conquista como propriedades, campos. Assim as ´ribas` eram frequentemente fonte de desentendimentos, de rivalidades, palavra que à letra significa luta dos moradores ribeirinhos pela conquista da posse das margens. Por sua vez, rio, ribeiro ou ribeira (riu-, ripariu- ou riparia-) é designação dada à água que corre entre as margens (ripas). Temos, então, a nossa Fonte de Riba ou Fonte de Cima, que se chama assim por se encontrar numa das margens da Vala dos Almeidas ou Vala da Fonte. Não por estar em cima, num terreno elevado, como é evidente aos nossos olhos e aos nossos pés que até têm de descer uma escada para ir até à sua bica ou ao seu tanque de lavagem de roupas. E, a propósito desta fonte, para que conste e fique nos anais da nossa história e cultura, havia outro nome por que ela era conhecida, mas que hoje é quase ignorado. Devo ao Sr ´Evangelista` Frade (Teixeira) esta informação. Quem saberia hoje que o outro nome da Fonte de Riba era a Fonte do Lérias? Quando o Sr Teixeira me referiu este nome, não me soube explicar por que razão se lhe chamava assim. Pude então esclarecê-lo, porque nas minhas pesquisas sobre o Seixo já me tinha deparado com alguém que teve como alcunha o Lérias, acabando ele mesmo por achar engraçado uma vez que, se lhe acendeu uma luzinha no sótão, e se lembrou de uma velhinha que viveu na casa logo ao lado da Fonte de Riba, e que era conhecida por qualquer coisa do lérias. Ora bem, todos sabemos o que significa ter muita léria ou o que é estar com muitas lérias. É ser uma pessoa faladora, que fala para a frente, um fala-barato, um arengueiro; é ter muita lábia, muito patuá. Com esta velhinha da casa da fonte, viveu a ti saudosa América, mulher do ti Manuel Oliveira (Almeidinha), nos inícios da sua vida no Seixo, onde já tinha um irmão casado (o ti Bugalheiro), depois de ter deixado a vida religiosa conventual. Por que era então conhecida a Fonte de Riba também como Fonte do Lérias? Exactamente porque essa velhinha era a esposa de João dos Santos Claro, por alcunha o Lérias, e a fonte se encontrava em terreno da sua propriedade (casa e quintal). Este João dos Santos Claro, casado com Maria Rosa Santos Pimentel – assim se chamava a velhinha – nasceu no Seixo em 1857 e casou-se em em 1881. Depois, emigrou com a mulher e a filha para o Brasil donde regressou em 1919, brasileiramente inculturado, a falar pelos cotovelos, no recontar das suas estórias por aquelas bandas. Daqui, se não anterior, a alcunha de o Lérias que se encontra registada no livro paroquial de comparticipações em dinheiro para as compras dos objectos necessários para a paróquia, então, recém-criada. Mais uma nota sobre este senhor, que confirma algo do que atrás dissemos. No seu livro de registos de acontecimento da vida da paróquia do Seixo, o padre S. Miguel, primeiro pároco, escreve o seguinte: “Esta freguesia do Seixo de Mira foi desmembrada da de Mira, sendo primeiro um curato creado em 10 de dezembro de 1914, sendo o seu 1º Cura António Ribeiro de S. Miguel, Parocho collado da freguesia de Dornes, concelho de Ferreira do Zêzere, Diocese de Coimbra que teve a glória de ser expulso da feguesia pela república. Quando estes pediram à Auctoridade Ecclesiástica a creação de um Curato, visto que não podia ser por enquanto a creação de uma freguesia, 23 indivíduos (Seixo) d’aqui firmaram um documento que entregaram à Auctoridade Ecclesiástica pelo qual se responsabilizavam fazer uma casa para o Cura, mas como arranjaram uma casa, junto da fonte, baratinha, nunca mais pensaram n’isso. Em 1919, veio do Brazil o proprietário João dos Santos Claro, e eu tive de sair para umas casas velhas de João de Miranda Catharino, junto da Escola de Meninas, tendo de me utilizar de uma cozinha escura e velha, utilizando de dois quartos bons ao sul da escola onde estive desde dezembro de 1919 até ao casamento de Affonso Catharino em 1926, em que fui habitar uma casa de José Ribeiro Pereira, herdada de Manuel Loureiro, pagando 17 alqueires de milho…” Voltemos a um outro ponto do assunto inicial. Idêntica elevação de terreno, que se nota em relação à subida para o vizinho Cabeço, verifica-se saindo do Largo da Fonte ou Largo do Ferreiro em direcção ao Cemitério, como se pode verificar percorrendo a hoje chamada Rua do Cemitério. Quase paralelamente a esta rua, corre a Vala dos Almeidas onde existiram alguns moinhos de água: o moinho da ti Luz do Carlos, o moinho do padre Manuel Ferreira – conhecido por padre Santos – em cuja represa ele morreu afogado, por nela ter caído ao abrir ou fechar as águas. Ora, para que não se perca, aqui se regista que o espaço ocupado pelo núcleo habitacional existente nesta rua era conhecido por Canto de Riba ou Canto de Cima. É já no sítio mais elevado do Canto de Riba que se situa o cemitério do Seixo. E, daqui, caminhando pela 109 em direcção ao marco Soalheiro, mantém-se sensivelmente a mesma altitude. Por isso que a povoação formada da estrada do cemitério para nordeste, ao lado da há muito extinta Ponte do Sobrado, tenha, durante muito tempo, sido conhecida por Seixo de Cima, correspondendo ao hoje chamado Seixo d’Além. Era aqui que se situava a Quinta do Seixo deixada como herança por Maria Manoel, a Meneza, de Portomar ao seu neto Manoel, com obrigação de uma Missa Perpétua em cada ano por alma dela e do marido, enquanto a terra fosse cultivável, isto é, se não se transformasse em duna. Esta quinta também foi depois conhecida por quinta do Temperilho e seria uma quinta que abrangeria, desde a Ponte do Sobrado, todo o espaço hoje chamado Seixo d´Além e grande parte das Cabeças-Verdes. É o que pode comprovar a enorme quantidade de terrenos que, aqui, foram e ainda são pertença das famílias dos Ribeiros Rolos e dos Graça Jorge, deles todos sendo sem dúvida o maior proprietário o pai (o 2º homem mais rico dos 14 do Seixo que integravam a lista dos 40 mais ricos do concelho) do sr. José Maria Rolo, aqui nascido e criado até aos 40 anos, idade com que se casou em Portomar.

F. Neves | 2009-10-09

Toponímia Seixense – Curiosidades A toponomia é o estudo ou a tentativa de explicação da origem do nome dos lugares, das terras. Quem, no Seixo, partindo do chamado largo da Igreja Velha - nome por que, após a construção da actual matriz conhecida por Igreja Nova (1956), ficou a ser conhecida a capela e depois igreja de Nossa Senhora do Carmo, benzida e aberta ao culto em 1866, após a sua reconstrução - se dirige em direcção ao Cabeço, após uma ligeira descida, começa a notar uma gradual elevação a nível da geomorfologia dos terrenos. Dito por outras palavras, começa a sentir uma pequena subida que vai ter o seu ponto mais alto exactamente no chamado Cabeço de Portomar. Ora, assim como a palavra cabeça designa, para nós, a parte mais alta do corpo, assim a palavra Cabeço designa um sítio alto. Por isso, o nosso vizinho lugar do Cabeço chama-se assim por ser o sítio mais alto de Portomar. Outro tanto se diga do nome Cabeças-Verdes, lugar assim chamado por continuar a ser um sítio alto, como o Cabeço, mas enfeitado pela verdura da vegetação existente nas suas dunas de areias douradas. Partindo, então, do largo da Igreja Velha, em direcção a sul, passados cerca de 100 metros, encontramos do lado esquerdo uma fonte, situada na margem de um curso de água que vai tendo diferentes nomes conforme o sítio da localidade por onde passa: Vala dos Almeidas, Vala da Fonte, Vala dos Baixeiros, Vala do Seixo, Vala do Coroal, etc.. Na toponímia local, esta fonte, embora situada num sítio baixo, é conhecida por Fonte de Riba, sendo a mais famosa e útil para toda a povoação seixense. Era aqui que quase toda a gente se vinha abastecer de água para beber, sendo um lindo quadro ver as raparigas, na flor da mocidade, a encher à vez as cântaras de barro na sua bica, enquanto o namorado esperava, para depois a acompanhar até casa, em conversas e sonhos idílicos nos quais se projectava a vida do seu futuro lar. E ela, de roupa domingueira, muito limpa e asseada, era como que uma Afrodite, na sua figura esbelta, ainda mais favorecida pela elegância com que, mãos graciosamente pousadas nas ancas, caminhando e conversando, conseguia equilibrar a cântara cheio de água, pousada na rodilha que lhe encimava a cabeça. Ora riba é para nós uma palavra sinónima de cima. Vem do latim, da palavra ripa(m) onde significava as margens de um rio, de um curso de água. E sabemos que, por exigência da situação, as margens de um curso de água têm de ser mais altas do que a própria água, para a poderem conter. Porque os rios, valas e ribeiros, normalmente, ofereciam dificuldades na sua travessia, eram como que barreiras naturais que dividiam, separavam as populações que se encontravam numa ou na outra margem. E sendo estas, pela sua fresquidão, ricas em vegetação e na produção agrícola, causavam disputas pela sua conquista como propriedades, campos. Assim as ´ribas` eram frequentemente fonte de desentendimentos, de rivalidades, palavra que à letra significa luta dos moradores ribeirinhos pela conquista da posse das margens. Por sua vez, rio, ribeiro ou ribeira (riu-, ripariu- ou riparia-) é designação dada à água que corre entre as margens (ripas). Temos, então, a nossa Fonte de Riba ou Fonte de Cima, que se chama assim por se encontrar numa das margens da Vala dos Almeidas ou Vala da Fonte. Não por estar em cima, num terreno elevado, como é evidente aos nossos olhos e aos nossos pés que até têm de descer uma escada para ir até à sua bica ou ao seu tanque de lavagem de roupas. E, a propósito desta fonte, para que conste e fique nos anais da nossa história e cultura, havia outro nome por que ela era conhecida, mas que hoje é quase ignorado. Devo ao Sr ´Evangelista` Frade (Teixeira) esta informação. Quem saberia hoje que o outro nome da Fonte de Riba era a Fonte do Lérias? Quando o Sr Teixeira me referiu este nome, não me soube explicar por que razão se lhe chamava assim. Pude então esclarecê-lo, porque nas minhas pesquisas sobre o Seixo já me tinha deparado com alguém que teve como alcunha o Lérias, acabando ele mesmo por achar engraçado uma vez que, se lhe acendeu uma luzinha no sótão, e se lembrou de uma velhinha que viveu na casa logo ao lado da Fonte de Riba, e que era conhecida por qualquer coisa do lérias. Ora bem, todos sabemos o que significa ter muita léria ou o que é estar com muitas lérias. É ser uma pessoa faladora, que fala para a frente, um fala-barato, um arengueiro; é ter muita lábia, muito patuá. Com esta velhinha da casa da fonte, viveu a ti saudosa América, mulher do ti Manuel Oliveira (Almeidinha), nos inícios da sua vida no Seixo, onde já tinha um irmão casado (o ti Bugalheiro), depois de ter deixado a vida religiosa conventual. Por que era então conhecida a Fonte de Riba também como Fonte do Lérias? Exactamente porque essa velhinha era a esposa de João dos Santos Claro, por alcunha o Lérias, e a fonte se encontrava em terreno da sua propriedade (casa e quintal). Este João dos Santos Claro, casado com Maria Rosa Santos Pimentel – assim se chamava a velhinha – nasceu no Seixo em 1857 e casou-se em em 1881. Depois, emigrou com a mulher e a filha para o Brasil donde regressou em 1919, brasileiramente inculturado, a falar pelos cotovelos, no recontar das suas estórias por aquelas bandas. Daqui, se não anterior, a alcunha de o Lérias que se encontra registada no livro paroquial de comparticipações em dinheiro para as compras dos objectos necessários para a paróquia, então, recém-criada. Mais uma nota sobre este senhor, que confirma algo do que atrás dissemos. No seu livro de registos de acontecimento da vida da paróquia do Seixo, o padre S. Miguel, primeiro pároco, escreve o seguinte: “Esta freguesia do Seixo de Mira foi desmembrada da de Mira, sendo primeiro um curato creado em 10 de dezembro de 1914, sendo o seu 1º Cura António Ribeiro de S. Miguel, Parocho collado da freguesia de Dornes, concelho de Ferreira do Zêzere, Diocese de Coimbra que teve a glória de ser expulso da feguesia pela república. Quando estes pediram à Auctoridade Ecclesiástica a creação de um Curato, visto que não podia ser por enquanto a creação de uma freguesia, 23 indivíduos (Seixo) d’aqui firmaram um documento que entregaram à Auctoridade Ecclesiástica pelo qual se responsabilizavam fazer uma casa para o Cura, mas como arranjaram uma casa, junto da fonte, baratinha, nunca mais pensaram n’isso. Em 1919, veio do Brazil o proprietário João dos Santos Claro, e eu tive de sair para umas casas velhas de João de Miranda Catharino, junto da Escola de Meninas, tendo de me utilizar de uma cozinha escura e velha, utilizando de dois quartos bons ao sul da escola onde estive desde dezembro de 1919 até ao casamento de Affonso Catharino em 1926, em que fui habitar uma casa de José Ribeiro Pereira, herdada de Manuel Loureiro, pagando 17 alqueires de milho…” Voltemos a um outro ponto do assunto inicial. Idêntica elevação de terreno, que se nota em relação à subida para o vizinho Cabeço, verifica-se saindo do Largo da Fonte ou Largo do Ferreiro em direcção ao Cemitério, como se pode verificar percorrendo a hoje chamada Rua do Cemitério. Quase paralelamente a esta rua, corre a Vala dos Almeidas onde existiram alguns moinhos de água: o moinho da ti Luz do Carlos, o moinho do padre Manuel Ferreira – conhecido por padre Santos – em cuja represa ele morreu afogado, por nela ter caído ao abrir ou fechar as águas. Ora, para que não se perca, aqui se regista que o espaço ocupado pelo núcleo habitacional existente nesta rua era conhecido por Canto de Riba ou Canto de Cima. É já no sítio mais elevado do Canto de Riba que se situa o cemitério do Seixo. E, daqui, caminhando pela 109 em direcção ao marco Soalheiro, mantém-se sensivelmente a mesma altitude. Por isso que a povoação formada da estrada do cemitério para nordeste, ao lado da há muito extinta Ponte do Sobrado, tenha, durante muito tempo, sido conhecida por Seixo de Cima, correspondendo ao hoje chamado Seixo d’Além. Era aqui que se situava a Quinta do Seixo deixada como herança por Maria Manoel, a Meneza, de Portomar ao seu neto Manoel, com obrigação de uma Missa Perpétua em cada ano por alma dela e do marido, enquanto a terra fosse cultivável, isto é, se não se transformasse em duna. Esta quinta também foi depois conhecida por quinta do Temperilho e seria uma quinta que abrangeria, desde a Ponte do Sobrado, todo o espaço hoje chamado Seixo d´Além e grande parte das Cabeças-Verdes. É o que pode comprovar a enorme quantidade de terrenos que, aqui, foram e ainda são pertença das famílias dos Ribeiros Rolos e dos Graça Jorge, deles todos sendo sem dúvida o maior proprietário o pai (o 2º homem mais rico dos 14 do Seixo que integravam a lista dos 40 mais ricos do concelho) do sr. José Maria Rolo, aqui nascido e criado até aos 40 anos, idade com que se casou em Portomar.

Arlindo ribeiro lopes | 2009-10-02

queria agradecer a todas as pessas que participaram na festa dos rei magos pricipalmente nas musicas o gosto e o rgulho que tenhoem assim que possa poder ver essas musicas e essas pessoas maravilhosas algumas que pensso terem andado comigo na escola mas que infelismenteeu não consiga descobrir quem são um bem haja e um abrasso do arlindoda ti otilia da cavaca e sempre a recordar todos com muito carinho e amizade obrigado por poder recordar essas festas atraves de um clic

F. Neves | 2009-09-24

A Ti Cafésa – uma santa mulher, boa e simples Cafésa era o nome por que era conhecida Maria Ribeiro de Jesus, que morava mais ou menos a meio da hoje rua dos Cabaços, no meio de uns pinheiros um pouco para além e no lado oposto à casa do ti Luís Almeidinha, mais conhecido por ti Luís Gato, no Seixo. Vivia numa casinha sem chaminé e de telha de canudo - como então tantas outras do Seixo - e tão pobre como ela, que era mendiga. Na sua pobreza, socorria-se da lenha que lhe era possível apanhar pelos pinhais vizinhos, consistindo na maioria em ramos verdes, que continuamente ardiam na sua pobre lareira. Como a casa não tinha chaminé, a fumarada elevava-se por toda a parte, saindo pelos buracos das telhas e formando uma espessa nuvem negra no ar. Isto levava a criançada que passava a exclamar: “Lá está ela a fazer o café!”, passando, por isso, a chamar-lhe ti Cafésa. De tanta fumarada, tinha o rosto tisnado, tão negro como o carvão. Assim, ao sair à rua, com o lenço atado na cabeça por baixo do pescoço, a única coisa que se lhe distinguia, na cara, eram os olhos irrequietos. Tudo o resto era uma pretidão. Teve a ti Cafésa uma filha, nascida em 1909, a quem deu um nome talvez único, em toda a história do Seixo: Maria Pantília. Nas contradanças do Carnaval ou nas Maias, foi escrito esta quadra à Maria Pantília: “A Pautília da Cafésa/ Na caixa de papelão/ Alevanta-te, ó Pautília,/ que tua mãe foi ao serão.” Note-se o sinal de extrema pobreza que era a menina dormir embrulhada em papéis, cartões. Depois de casada, a Pantília terá emigrado para o Brasil para onde talvez tenha levado, mais tarde, a mãe. Não se pôde saber a data da morte da ti Cafésa. O certo é que ela ainda foi à desarrisca, isto é cumpriu o preceito da confissão e comunhão pela Páscoa da Ressurreição, em 1945, sendo o facto registado com um risco no livro da igreja chamado Rol dos Confessados ou Status Animarum. Gente boa e sofrida já acolhida nos braços do Pai.

ALCIONE CASTELHANO RIBEIRO MENDES | 2009-09-21

Sou neta de emigrantes ,que vieram pra o Brasil nos meados dos anos 50,sinto orgulho da estoria de vida de minha mãe já falecida,e guardo com carinho, as fotos de sua terra natla.Fiquei muito feliz em encontrar vcs na net, gostaria se puder noticias da Familia do Padre Camarinha que conheci em 1976,aqui em nosso casa e t6ambem da esposa do Dr. Estrela que foi como uma fada na vida de minha mãe(D.Maria dos Anjos) com carinho sem distancia e a Paz de DEUS.

F. Neves | 2009-07-22

A Aurora Boreal de 1938

Uma Noite de Grande aflição O anoitecer do dia 25 de Janeiro de 1938, nos dias da semana uma terça-feira, foi vivido com grande aflição pelos Seixenses, como de resto por uma grande parte da população mundial. Na tarde desse dia, os noivos Zé da Libória e Adélia, com seus familiares, tinham andado a deitar pinheiros abaixo para a reconstrução da casa do tipo gandarês que os havia de abrigar a eles e aos frutos do seu amor. Casa que ainda hoje está de pé. Devia ser o minguante de Janeiro, pois é nessa altura que o ditado popular preconiza essa tarefa: No minguante de Janeiro, corta o teu madeiro. Os pinheiros escolhidos erguiam-se numa pequena duna existente no fundo do quintal que a mãe da noiva comprara ao Sr. José Maria Rolo. Deviam ser bem antigos porque o seu tronco se encontrava quase todo soterrado pelas brancas areias que, durante anos, o vento fora depositando, à sua volta, naquele lugar. De fora, quase só ficava a ramada, fazendo jus ao que alguns dizem ser a razão da origem do nome Cabeças-Verdes. A raiz e grande parte do tronco encontravam-se mergulhados lá nas profundidades. Para os aproveitar, houve assim necessidade de retirar, quase como se de um poço se tratasse, as areias que estavam à sua volta. Ora aconteceu que eram areias soltas e sem escora e, quando o buraco já estava a alguns metros de profundidade, a terra arrunhou, soterrando, no desabamento, o jovem Joaquim Carlos. Foi grande a aflição de todos que, sem tempo a perder, deram o melhor de si para, com as suas pás e enxadas, retirarem a fina areia amontoada sobre o corpo do Joaquim. Com prudência e tacto, assim trabalharam até à profundidade em que julgavam estar o corpo. Depois, foi dada ordem de parar pás e enxadas e de continuar a procura com simples escavação de mãos. Esta foi bem sucedida e o corpo do Joaquim, que não ganhara para o susto, lá apareceu com algumas mazelas, mas recuperável. Se se tinha assustado muito? Que não! Mas pudera!... A tardada lá terminou e, à noite, todos se juntaram em casa da ti Ana da Valentina para comer as tradicionais papas de farinha com açúcar e conviver um pouco. Mas eis que … o inesperado acontece. Comidas as primeiras colheradas, o céu escuro começa a tingir-se e a iluminar-se com um vermelho cor de sangue, enquanto que o ar crepitava como se do barulho de uma fogueira se tratasse. Todos suspendem o comer e, de boca aberta e olhos esbugalhados para o céu, se levantam e começam a sentir uma grande aflição: era o fim do mundo!... - Eh! homes, perdoemo-nos uns aos outros, que todos vamos morrer, pois Já anda fogo no mar!... – dizia o ti Bernete, o homem mais velho do grupo. Cada um lá fazia as suas orações , com o acto de contrição, conforme podia. De facto, o cenário era apocalíptico e o medo foi sentido a nível mundial. As mães e os pais abraçavam-se aos filhos e, beijando-os e a chorar, pediam perdão uns aos outros e despediam-se até ao céu. Na persistência do fenómeno, as pessoas ainda tiveram tempo para se dirigir à Igreja Velha e aí acharem algum reconforto no perdão de Deus e dos Santos e, assim, morrerem em paz, num lugar santo e, por isso, com mais probabilidades de ficarem livres das garras do diabo. Embora comprimidos, não cabiam todas na pequena e velha Igreja e, por isso, os mais atrasados tiveram de ficar de fora, à sua volta. Alguns bem tentavam ainda entrar, mas ela estava mais cheiinha do que um ovo!... Por mais que empurrassem, nada conseguiam. Ficou mesmo célebre a fala de um que dizia, forçando a barra: - Eh! Raios!...Deixem-me passar, raios, que eu quero morrer ao pé da minha Prazeres! Umas santas velhinhas, que até não eram as mais da Igreja, recorreram à protecção da Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, escondendo-se por debaixo do seu altar. Sentiam-se, assim, mais amparadas. E as longas horas de desespero lá foram passando, à medida que o brilho raiado de vermelho no céu ia desaparecendo e a atmosfera voltava à sua normalidade. Afinal não tinha sido o fim do mundo, mas só a maior aurora boreal até aí conhecida. Mas que foi um grande susto para todos e que ninguém se atreveu a rir de outro, lá isso não há dúvida nenhuma.

Lisete e Vitor Santos | 2009-06-25

Queria dizer como é fantástico ter este site, que nos faz sonhar e matar saudades das nossas raízes .Nós nao somos naturais do Seixo mas há 10 anos que vamos passar férias a Praia de Mira e agora chegou a altura de comprar mos uma casa, e escolhemos o Seixo. Ainda nao tivemos tempo para explorar os arredores mas em Julho já estamos aí. Ouvi dizer que até há escuteiros, gostava muito que o nosso filho fizesse parte mas como estamos no estrangeiro acho que um mes por ano é pouco !!! Esperamos ter alguma festa nesta altura e mal podemos esperar para aí estar. Cumprimentos de ULM

Sonia Seabra | 2009-05-23

Parabens a todas as pessoas que criaram este site.. é sempre um prazer de ter novidades do Seixo, de ver os videos... Parece que o Seixo esta tão perto da gente e portante esta tão longe... Espero que tudo vai correr o melhor possivel para toda a malta do Seixo ... Beijos da frança...

Arlindo Ribeiro lopes | 2009-04-18

obrigado senhor Luis Rocha e restantes membros da direção da A.C. R, S. M, por eu poder consultar este livro de vizitas e tudo o resto das vossas informações disponiveis é bom estar sempre perto da escola onde se aprendeu e se passou a juventude através de um clik moro em santarem mas depressa me ponho no seixo ataves do vosso saite´ um grande abraço para todos e todas os meus colegas de escola de há 35 anos das Cabeças verdes e do seixo

Tiago Cruz | 2009-04-02

A ACR irá tentar gravar em vários suportes de video...de modo a todos poderem ver o DVD! Aguardem noticias... Cumprimentos a todos...

Ze' Domingues | 2009-03-31

Olá pessoal!! Seria bom se o DVD que a ACR vai gravar fosse reproduzido tambem no sistema Norte Americano, assim todos poderiamos ter uma copia.

F. Neves | 2009-03-21
O SR. JOSÉ MARIA ROLO – UM SEIXENSE ILUSTRE A propósito deste senhor, três factos provocavam a nossa curiosidade. O primeiro, falando-se dele como um homem muito rico de Portomar, era ser dono da casa que serviu de primeiro edifício escolar, nas Cabeças-Verdes, pertença hoje dos herdeiros de António Carlos Loureiro/da Zagala. O segundo decorria da existência, na freguesia, de uma rua com o nome de José Maria Rolo, situada entre o cruzamento da rua da Escola e a rua dos Cavaleiros, ou seja no antigo caminho que servia as casas da Valeira O terceiro, para nós o mais intrigante, era o seu apelido Rolo. Poderia ele ter alguma relação com a família do nosso primeiro padre conhecido, Manuel Francisco Ribeiro, cujo pai se chamava Manuel Francisco Rolo? Quem seria, pois, o referido e enigmático senhor? Depois de muita pesquisa, sempre na suspeita de que houvesse qualquer parentesco seu com o nosso primeiro padre, tivemos a alegria de, finalmente, saber agora exactamente quem ele era. Chegámos a esta conclusão, a partir da certidão do seu óbito, ocorrido em 29 de Janeiro de 1945, em Portomar. O Sr. José Maria Rolo, assim vulgarmente conhecido, mas cujo nome oficial era José Maria Ribeiro Calisto, nasceu no Seixo, em 20 Agosto de !860, sendo, consta da respectiva certidão, filho de Joaquim Francisco Ribeiro – um dos assinantes, em 1866, da petição para a legalização canónica e bênção da então reconstruída Capela de Nossa Senhora do Carmo, apondo ao seu nome a profissão de proprietário - e de Maria Rosa de Jesus. E quem era este casal? Pois ele era filho de Manuel Francisco Rolo e de Maria Ribeiro, exactamente os pais do nosso padre Manuel Francisco Ribeiro; e ela era filha de Joaquim da Costa Pimentel e de Mariana de Jesus, de Portomar. Pelo lado paterno, o Sr. José Maria era, portanto, sobrinho do Pe Manuel Francisco Ribeiro. Os seus pais viviam no Seixo de Além e foi aqui que o Sr José Maria Ribeiro Rolo nasceu e viveu até aos trinta anos, idade com que se casou, em primeiras núpcias, com D. Maria Emília Calisto, que faleceu depois em 1921. Casou ainda, em segundas núpcias, com D. Adelaide Augusta d’Oliveira Mendes Calisto. Não teve filhos nem primeiro nem do segundo matrimónios. Exerceu a função de empregado público, ligado aos serviços da Câmara de Mira, sendo um político muito importante e de grandes influências. Era um grande amigo de Manuel Ribeiro Pereira/Arengueiro, casado no Seixo que, na altura das eleições, sempre fazia campanha pelo partido, levando os eleitores da terra a votarem nele, mediante uns copos à discrição gratuita na sua ampla e bem recheada adega, por essas alturas, sempre aberta dia e noite. O grande reverso da medalha eram, depois, os pedidos de, com a sua influência, livrar os rapazes da tropa, na altura das sortes. Muitos lhe ficaram gratos desse favor. O Sr José Maria pertencia a uma família seixense muito abastada, como comprovam as propriedades que tinham sobretudo no Seixo d’Além: as quintas, onde até se cultivava arroz, junto à estrada nacional 109 – note-se: aquela que supomos ser a Quinta do Seixo conforme referenciámos a propósito do óbito de Maria Manuel a Meneza, hoje, por compra aos herdeiros enteados, de João Baptista Lavrador/do Fama, pai do Bispo João; de um lado e outro da estrada das Cabeças-Verdes, o terreno das casas e quintais dos irmãos Neves - João/Minú, Diamantino e Daniel- ; o terreno das casas de Manuel Loureiro/Valentim e o do Manuel Evangelista Ribeiro Frade; muitas outras propriedades nas Cabeças-Verdes e no Seixo; e a casa que nos serviu de primeiro edifício escolar. Fica por esclarecer a referência que o povo fazia a um tal capitão Rolo. Seria o próprio Sr. José Maria ou algum irmão? É possível que, dadas as influências que tinha no recrutamento militar, fosse ele próprio.
F. Neves | 2009-03-04
Dado a descoberta de mais um padre que foi filho do Seixo, aqui fica uma nova lista com os nomes dos até hoje conhecidos e o parentesco sanguíneo da maioria deles com os 3 primeiros, constituindo como que uma família sacerdotal: 1º Manuel Francisco Ribeiro (1802 a 1849) 2º José António da Graça (1806 a 1889: restos da sua casa, no Seixo d'Além, ainda estão de pé ao lado da demolida casa gandareza que era do Ti Paróla) 3º Manuel dos Santos Ferreira (1806 a 1864) 4º João Rocha Zagalo (1874 a 1949: sobrinho-neto do Pe José da Graça) 5º Manuel Evangelista Rocha Camarinha (1921 a 1992: sobrinho-bisneto do Pe José da Graça) 6º João Evangelista R. Jorge (sobrinho-bisneto do 1º, do 2º e do 3º) 7º João MAria Real 8º Raul Rolo (1922 a 2004) 9º Manuel Cruz Gomes (sobrinho-trineto do 1º, do 2º e do 3º) 10º João Baptista M. Castelhano (sobrinho trineto do 3º) 11º Manuel Marcelino Ventura (1934 a 1984: sobrinho-trineto do 1º e do 2º) 12º Silvério da Cruz Perdigão (1936 a 1992) 13º Carlos Ventura Pinho (sobrinho-trineto do 2º) 14º João de Miranda Catarino (sobrinho-trineto do 2º) 15º João Ventura Pinho (sobrinho-trineto do 2º) 16º Aníbal Pimentel Castelhano (sobrinho trineto do 3º) 17º Fernando Neves (sobrinho-trineto do 1º e 2º. Dispensado do exercício da Ordem) 18º Luís de Jesus V. Pinho (sobrinho trineto do 2º) 19º Manuel Rocha Castelhano (sobrinho-trineto do 2º e do 3º. Dispensado do exercício da Ordem) 20º Diamantino da Cruz Vieira 21º João Evangelista Pimentel Lavrador (sobrinho-tetraneto do 2º. Ordenado BISPO em 29.06.2008) São ainda da família dos nossos 1º e/ou 2º padres seixenses: - de Calvão: Joaquim Ribeiro Jorge e Paulo Ribeiro(já falecido). Também sobrinhos trinetos do 3º. - de Ançã: os 2 filhos do Dr. Tiago Rocha. Um abraço e parabéns pelo vosso trabalho
F. Neves | 2009-03-01

Mais um Padre, que foi filho do Seixo:

PE MANUEL DOS SANTOS FERREIRA (1806-1864) Tio bisavô de Monsenhor João Evangelista; tio trisavô dos Padrtes Joao Castelhano, Aníbal, Dr. Manuel Rocha e Pe CRUz GOMES e suas famílias. .........................................

1.Transcrição da certidão de óbito, Assento Nº 19/1864, Conservatória R.C.-Mira .........................................

Aos dezasseis dias do mês de Abril do anno de mil oitocentos sessenta e quatro a hora incerta da noite no ribeiro do Seixo d’esta freguesia e concelho de Mira Diocese de Aveiro falleceu de desastre e por isso sem sacramentos o Reverendo Padre Manoel dos Santos Ferreira Egresso d’idade de cincoenta e nove annos natural e morador no logar do Seixo, filho legítimo de Manoel João Frade e de Maria d’Oliveira lavradores naturais e moradores no dito logar. O qual não fez testamento e foi sepultado no cemitério público. E para constar lavrei em duplicado este assento, que assigno. Era ut supra. O vigário João Ferraz d’Abreu.

arlindo ribeiro lopes | 2009-02-22
tenho muito gosto em saber que o rancho do qual eu fiz parte na sua fundação como elemento de dança ainda tenha vida aproveito para felicitar todos os seus membros de dança e direçao
bruno patusco | 2009-01-27
parabens a todos os membros pertencentes a esta grande associação que é a do seixo...bem hajam a todos...
Ricardo Mesquita | 2008-12-30

Passei só para desejar a todos um Excelente 2009 e que o meu Seixo seja campeão e consiga subir de Divisão.

Sinto-me muito feliz por voltar a ver o Seixo em grande no futebol distrital como aconteceu há uns anitos atrás quando também eu jogava no Seixo.

 Tive a honra de jogar nos juvenis, nos juniores e nos séniores do Seixo. Chegava a jogar ao Sábado pelos juniores e no Domingo pelos séniores.

O primeiro jogo que fiz com a camisola do Seixo, nº 15, nunca mais me esqueço, com o equipamento de lã à Sporting perdi 18 a zero no Vilanovense...meu deus...

Com o passar dos tempos criámos uma grande equipa nos juniores onde dificilmente perdíamos jogos. Jamais esquecerei essa equipa com o Zé Peixeiro à baliza, eu e o Rui Cides a centrais, o Mesquita e o Telmo a laterais, o André e os Gémeos no meio campo, o Pazito, o Oliveira e o Paulo Rocha na frente...tantos golos que marcámos...aquela fase final com a Naval, o União de Coimbra e o Tabuense para subir aos nacionais...aquele jogo no fojo com o União de Coimbra onde empatámos 1-1 onde estavam cerca de 600 pessoas a ver o jogo e onde nós fomos os únicos a roubar pontos ao então gigante de Coimbra que até metia medo...bons tempos...aquele jogo com o Àguias quando ao intervalo estávamos a perder por 4-0 e ainda fomos ganhar 5-4...o banho que demos ao mister Vitó a comemorar...os grandes homens que sempre estiveram ao nosso lado nos momentos bons e nos momentos menos bons, não só no futebol como na nossa vida pessoal...

o Ti Anibal, o Herminio, o Manuel Seabra, o Ti João da Russa, o Risco, O Nelson, os Tarecos da Praia, o Dulio dos Leitões, o Janicas que ainda agora dava uma corrida se fosse preciso, o Morais...quando me lembro destes tempos até me vêm as lágrimas aos olhos.....

nunca me irei esquecer que o primeiro postal de Natal que recebi foi o Vitó que mo deu na altura em que era o nosso treinador...são passagens que nunca mais esqueceremos...hoje sinto-me muito muito feliz por ver o meu Seixo com pessoas de grande caracter na frente da equipa do futebol, desde o presidente ao treinador, directores, jogadores e todos aqueles que seguem a equipa nos jogos.

Obrigado Seixo por me teres dado os melhores momentos da vida na minha infância. Grande abraço para todos e que 2009 vos traga muita saúde, alegria e paz.

Jhonny Ribeiro | 2008-12-08
Experimente entrar aqui a ver o que dá http://seixomirense.blogs.sapo.pt/
marcelino frada | 2008-11-28
parabens gustei muito de ver um pouco da minha terra natal a qual espero visitar no fim do ano.um abraco .===manuel marcelino frada
Manuel Janicas | 2008-11-15
Parabéns pela notável dinâmica cultural e desportiva da ACR do Seixo, na comemoração doseu 28.º aniversário. Aos Corpos Sociais da ACR, manifestamos o nosso reconhecimento e damos um incentivo: a cultura e o progresso do Povo do Seixo merecem toda a vossa dedicação e empenho para melhorar a nossa Terra! Saudaçãoes a todos os Seixenses, Manuel Janicas
Pereira d'Almeida | 2008-10-21
Experimente entrar em www.soudagandara.blogspot.com
F. Neves | 2008-08-10
Ói! nossos patrícios do Brasil!
Que bom haver este elo de união e de mata-saudades, n'é?
Esta semana o Seixo vai estar em festa em honra da Padroeira, N Srª do Carmo.
Tudo bom para vocês aí.
gabriel dos santos frade | 2008-08-04
Foi uma felicidade encontrar uma página da aldeia de meu Pai (Adelino dos Santos Frade - Brioso).

Abraços do Brasil
Manuel dos Santos Castelhano | 2008-07-12
Gostei muito de encontrar essa pagina na internet, abracos de seu patricio aqui pelo Brasil.
F. Neves | 2008-06-29
Amigos,
Gostaria de pedir desculpa por qualquer mal estar que os meus escritos tenham causado, neste livro de visitas. Não era minha intenção ofender ninguém, nem as famílias referidas que considero muito dignas, honestas e trabalhadoras e que, como tantas outras, têm até dado ao nosso Seixo, alguns dos seus filhos ilustres.
Desculpem lá qualquer coisinha que possa ter ultrapassado o bom senso!
Andre Verdadeiro (Clex) | 2008-06-28
Há um proverbio Português já muito antigo que diz: "Put* e LADRÃO não difamam geração". Para podermos avançar na vida, para enfrentar no futuro, temos que quebrar as normas do passado e evoluir. Se formos a pensar bem e enfrentar o passado dos nossos antepassados, podemos propor que talvez não há ninhuma familia que não tenha uma historia desagradável. O problema é que a historia de cada familia é dificil de esquecer, mas sempre serve como lição. EU SOU CLÉ e tenho orgulho de o ser. Nunca me senti envergonhado disso e nem agora neste blog público vou-me sentir assim.
Aqui fica uma para refletirem “Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia”!
CLEX
P.S. Agradeço pela lição de história dos meus antepassados.
david grossi | 2008-06-25
Peço desculpa se ofendi alguém. Mas não acho justo que venham neste blog, ainda por cima publico, relembrar aspectos negativos de pessoas ou familiares da nossa freguesia.
Não acho correcto.
Obrigado.
David
Luís Rocha | 2008-06-23
Caros participantes no livro de visitas
Como Presidente da ACRSM gostaria de deixar aqui um apelo:
O Livro de visitas do site da ACRSM (bem como todo o site que nos primeiros 6 meses de existência teve mais de 12.000 visitas) é um espaço aberto a todos os Seixenses para deixarem as suas mensagens, opiniões, sugestões, informações úteis a todos ou comentários sobre o que se vai passando no Seixo e que possa ser do interesse de todos, na área social,cultural, desportiva etc.
As mensagens são muito bem vindas contudo, dado que são lidas por muita gente, importa evitar que as mesmas possam, ainda que não seja esse o objectivo, ferir susceptibilidades ou causar algum mau estar em algum dos nossos conterrâneos.

Nesta ilha todos somos livres de emitir opiniões mas sempre com o máximo respeito pelo outro que nos vai ler de forma simples, temos que nos lembrar que a nossa liberdade acaba onde começa a do outro.

Continuem a participar, a desfrutar deste site e a viver as actvidades da ACRSM. A próxima é o passeio cicloturistico dia 13 de Julho, contamos com a vossa presença.

David Grossi | 2008-06-23
Acho que já vivemos numa sociedade um bocado mais evoluída... Penso que esses pensamentos antiquados já ñ se usam. Mas pronto, temos que conviver com o narcisismo de certas pessoas que ainda vivem no passado.
Jhonny Ribeiro | 2008-06-21
Só agora reparei que deixou subentendido que toda a famíla x (que não sei quem é nem me interessa) padecia de cleptomania! Algo de completamente errado, visto que essa doença nem é genética nem hereditária. À boa maneira do Seixo, bastou que um infeliz tivesse roubado alguma coisa, para que as ditas famílias "conceituadas" misturassem tudo no mesmo saco, para se auto protegerem e para conservar o 'poder' entre si!
Jhonny Ribeiro | 2008-06-21
Acho piada o senhor F. Neves fazer juízos de valor acerca de famílias. Se a família 'A' era mais conceituada, se a família 'B' noutros tempos se dedicava a isto ou aquilo. E a sua família em que lugar está ou estava no raking? Sabe, vivemos numa sociedade cada vez mais individualista, em que apesar dos defeitos do défice de solidaridade tem a virtude de cada um ser responsabilizado pelos seus actos, e não o de andar ao reboque do facto de a família ser conceituada ou não!
Manuel Pereira Almeida | 2008-06-13
Embora um pouco \"mais novo\" que o Dr Fernando Neves, conheci e ainda convivi com o CARRAU! Gente asimples, sem dúvida! Gente que embora tenha desaparecido da nossa vista, não morreu porque desta forma, lembrando-nos dele, o vamos trazendo \"á vida\". Não me recordo de alguma vez ele ter sido interveniente em qualquer desacato na sociedade! Se bem me lembro, passou \"desta para melhor\" apanhando pinhas! De forma simples...
F. Neves | 2008-06-05
As alcunhas CLÉ e RATO andam associadas a algumas famílias dos Verdadeiros. Hoje gente boa, mas que, em tempos mais difíceis, recorria por vezes, à propriedade alheia.
Dizia, com muita pena, à minha mãe uma velhinha sua vizinha, pertencente à referida família, que tinha consigo uma doença: «não sou capaz de passar nenhum dia sem tirar alguma coisa a alguém.»
E isto de facto é uma doença cujo nome é CLEptomania, uma palavra de origem grega que significa a referida tendência. Com idêntico significado terá surgido a alcunha 'rato`, de rapto, com origem latina.
fernando neves | 2008-06-05
O CARRAU, alcunha de MAnuel Verdadeiro. Conheci-o bem, de resto, como todos os seixenses já com uso da razão até aos 60, do século XX.
Homem típico do Seixo, com olhos muito azulados.
Era muito pobre, com algumas dificuldades no falar (do seu arranhar na fala, virá alcunha de CARRAU) e na integração da convivência social , mas também era alegre e trabalhador. Subsistia da apanha de lenha e de pinhas que vendia.
O seu grande entretém era assobiar as belas modas daquele tempo, que bem sabia. É uma como que ainda estou a ouvir os eu assobio de qualquer moda, terminando sempre com uma CODA, expressão que,em música, quer dizer, uma cauda, um resto de música que vai para além da letra e dá uma boa terminação à melodia.
Morreu solteiro, sendo filho de mãe solteira.
Vive para sempre na paz e na GLÓRIA este típico homem do Seixo.
Fernando Neves | 2008-06-05
A propósito de alcunhas e suas origem, elucido sobre o ti Joâo das Neves, o minú.
Aorigem desta alcunha MINÚ é a forma abreviada e carinhosa com que a ti BAPTISTA, sua mãe, lhe fazia carinhos quando ele era criança. Asiim em vez de dizer «Ai! o meu MENINO!", ela dizia:
Ai! o meu NINÚ!. N/Minú é, pois, a palavra MENINO em forma reduzida e carinhosa.
Porque sua mãe assim lhe fazia festas, pronunciando em público aquela palavra, o ti João das Neves, ficou sempre a ser o ti n/MINÚ.
De resto, a carinhosa alcunha até admitiu o plural para designar os filhos do MINÚ: os MINÚZES
Fernando Neves | 2008-06-05
Olá!
Obrigado pelo newsletter da ACR. e pelo CAROLICES
Permitam uma pequena correcção, que se quiserem podem divulgar no vosso espaço net.
O Seixo não deu à Igreja 17, mas 20 padres, cujos nomes se encontram já todos no livro SEIXO - Memórias e Genealogia.
Aqui ficam os seus nomes para que não haja dúvidas e o parentesco sanguíneo da maioria deles com os dois primeiros padres naturais do Seixo, constituindo como que uma família sacerdotal:
1º Manuel Francisco Ribeiro
2º José António da Graça (restos da sua casa, no Seixo d'Além, ainda estão de pé ao lado da demolida casa gandareza que era do Ti Paróla)
3º João Rocha Zagalo (sobrinho-neto do Pe José da Graça)
4º Manuel Evangelista Rocha Camarinha (sobrinho-bisneto do Pe José da Graça)
5º João Evangelista R. Jorge (sobrinho-bisneto do 1º e do 2º)
6º João MAria Real
7º Raul Rolo
8º Manuel Cruz Gomes (sobrinho-trineto do 1º e do 2º)
9º João Baptista M. Castelhano
10º Manuel Marcelino Ventura (sobrinho-trineto do1º e do 2º)
11º Silvério da Cruz Perdigão
12º Carlos Ventura Pinho (sobrinho-trineto do 2º)
13º João de Miranda Catarino (sobrinho-trineto do 2º)
14º João Ventura Pinho (sobrinho-trineto do 2º)
15º Aníbal Pimentel Castelhano
16º Fernando Neves (sobrinho-trineto do 1º e 2º)
17º Luís de Jesus V. Pinho
18º Manuel Rocha Castelhano (sobrinho-trineto do 2º)
29º Diamantino da Cruz Vieira
20º João Evangelista Pimentel Lavrador (sobrinho-tetraneto do 2º)
São ainda da família dos nossos 1º e/ou 2º padres seixenses:
- de Calvão: Joaquim Ribeiro Jorge e Paulo Ribeiro(já falecido)
- de Ançã: os 2 filhos do Dr. Tiago Rocha.
Um abraço e parabéns pelo vosso trabalho
mepa | 2008-03-13
Parabens! Tenho a firme certeza que será com esta iniciativa que um syte do Seixo vai trazer "á ribalta" valores humanos de "gente nossa".
Nem só insignes terão mensagens e casos de vida para contar! Pessoalmente gostaria, e ando a tentar descobrir alguém que me fale de pessoas simples tais como "Um Carrau", "uma Pila Pata", e porque não a origem de todas as alcunhas que foram já mencionadas num outro syte do Seixo, os motivos porque foram atribuídas aqueles a quem identificamos por essas mesmas alcunhas!
Estou certo que vão concerteza ser justamente homenageados individuos que praticaram actos dignos de registo e reconhecimento pela sociedade em que estão inseridos. É dever nosso fazê-lo e culturalmente louvável a transmissão dos factos ocorridos (cenas da apanha do moliço, naufrágios nestas andanças, barreiros, "histórias de lobisomens e bruxas", em suma descriçõpes de factos que efectivamente ocorreram ou que se imaginaram e tiveram influencia na memória colectiva de então...
Boa ideia!
sonia seabra | 2008-03-09
ola pessoal do Seixo! espero que esta tudo bem! E com muito gosto que eu venho neste sitio!!! Parabens a todos!!

Abraços
Rui Cruz | 2008-02-26
Viva a todos,
Gostaria de pedir a ajuda do povo do seixo com a recolha de receitas da gastronomia gandareza. Quem puder ajudar p.f. enviar para o e-mail: h1921-fb@accor.com

Um abraço

Rui Cruz
Clã 11 Agr. 731 Seixo - Mira | 2008-02-01
Olá,
É só para relembrar que dia 2/Fevereiro pelas 23h, vai-se realizar, como de costume no salao paroquial, a Festa de Carnaval, este ano com o tema 'Celebridades'.
Aparece mascarado e vem viver uma noite divertida com personalidades que nunca julgas-te ter tão perto de ti!

Canhotas,
Caminheiros do Agr. 731 Seixo-Mira
F. Neves | 2008-01-30

PROF. DOUTOR JOÃO EVANGELISTA LOUREIRO:

INSCRIÇÕES: Círculo de Amigos do Seixo: seixo3@gmail.com

Um grupo de amigos do Seixo que, há algum tempo se tem vindo a reunir informalmente, decidiu prestar, juntamente com os Seixenses que assim o desejarem, uma homenagem ao Doutor LOUREIRO, ilustríssimo filho da nossa terra, exactamente no dia em que, se fosse vivo, festejaria o seu 82º aniversário de nascimento: 2 de Fevereiro próximo. A oração sobre a obra pedagógica do homenageado será proferida pelo Magnífico Reitor da Universidade de Lisboa, Profº Doutor António Manuel S. Sampaio da Nóvoa. João Loureiro nasceu no Seixo d’Além (Cabeças-Verdes), em 1926, no nº 82 da actual rua com o nome do seu tio-bisavô, Padre José António da Graça. Era filho de José Francisco Loureiro Carlos (1875-1929) e de Ana Ribeiro/da Valentina (1880-1968). Frequentou os Seminários de Coimbra, sendo considerado pelos colegas como um aluno modelo em vários aspectos: cultura, música, desporto, comportamento, humanidade, religiosidade… Saindo quando já frequentava Teologia, foi estudar Filosofia na Universidade de Salamanca, licenciando-se em 1951, com alegria e festa para a sua família e população do Seixo. Homem de grande formação humanista, com o dom da palavra, arrebatava os seus conterrâneos que sempre o escolhiam para discursar, em ocasiões dos grandes acontecimentos da terra. Doutorou-se mais tarde, em Pedagogia, com uma tese sobre A Obra da Rua (Os Gaiatos), do Pe Américo. Exerceu, entre outros cargos de alto relevo, o de Vice-Reitor da Universidade de Aveiro. Encontrou-se definitivamente com seus pais, na Casa do Pai, por morte súbita, no dia 8 de Março de 1986, sendo muito lamentado por ser um homem de quem muito ainda se esperava no campo científico-pedagógico, entre outros.

Rui Cruz | 2008-01-23
Enquanto valores como a União, a Honestidade e o Trabalho continuarem a estar acima das politiquices, o Seixo continuará a ser capaz de coisas como este site e outras tantas que nele se "obram"... Parabéns Seixo!!!
Joao | 2008-01-10
É só para dar os parabéns pelo optimo trabalho feito pelos actores da nossa terra.
Mas devemos lembrar que sem a comunidade a apoia-los eles nao eram nada. É a uniao e a cumplicidade entre a comunidade e a ACR que permite continuar a levar bem alto estas iniciativas que agora se traduzem nestes videos oportunos!
Votos de continuaçao de bom trabalho.
Roberto siva | 2008-01-03
Parabéns Luis, é sem duvida uma excelente iniciativa, bons textos, e um excelente visual, parabéns!
Roberto nº 10 do carvalheira!
benilde rocha | 2007-12-19
parabéns por este site... é mais um símbolo da união vivida no seixo, permitindo fazer a ponte entre as actividades das associações e o povo do seixo.
Continuem com o vosso trabalho.
Ilda Loureiro Almeida | 2007-12-10
Ola pessoal do Seixo tudo bem espero que sim.Quero dar-vos os parabens por mais esta vossa iniciativa e sempre bom ter um pequeno espaco para nos comunicar-mos uns com os outros. Desejo-vos um feliz Natal cheio de saude,paz,e amor
João Corticeiro | 2007-11-28
Sendo uma terra pequena, o Seixo é uma grande terra. Parabéns a todos aqueles que directa ou indirectamente estão ligados a mais esta iniciativa. Que nunca lhes falte o ânimo e que o espírito comunitário do Seixo seja uma realidade cada vez mais presente e actuante, no sentido de continuar a fazer dessa terra o exemplo de união, dinamismo,força de vontade e persistência que sempre foram seu apanágio.
josé frade | 2007-11-27
Caro Presidente da ACRSM
Caros Seixenses

Os meus sinceros parabéns por mais esta iniciativa.

O vosso bairrismo é um exemplo para todos os MIRENSES.

Força..sempre em frente.

O vosso exemplo de dedicação aos jovens, idosos, crianças ...não pode deixar de ser admirado.

E agora mais esta "bela" página onde podemos diariamente estar ao corrente das vossas iniciativas...só me resta agradecer.

Com o meu reconhecimento,

Saudações para todos

José Frade
Pereira d'Almeida | 2007-11-15
"Gabriel e Lusbel" ou... Os Milagres de Stº António!
Os Seixenses em força no arranque atempado para mais um NATAL com teatro no Seixo!
Tradições e iniciativas que nos unem e fortalecem laços! Que bom vai ser "rever" o nosso Salão Paroquial, repleto, apinhado de gente, para reviver uma peça que a todos marcou e fazer "ribombar"a mensagem de que continuamos vivos, unidos e a saber o que queremos!
mathilde P. Sério de Oliveira | 2007-11-14
Foi com muito gosto que visitei o vosso novo site! Parabens a todos o que participaram na realisaçao deste site! e uma boa continuaçao! Um abraço para todos (amigos , familiares & pessoal do Seixo)
luis daniel | 2007-11-13
bota marrazes...
lucieth nunes/ Juazeiro-Bahia-Brasil | 2007-11-13
Olá pessoal! Tive o prazer de conhecer esse site através de um amigo, e ñ podia deixar de dizer q foram felizes nesta iniciativa. Eu moro do outro lado do oceano, e fico feliz em conhecer um pouco do Seixo e do seu povo q me pareceu bem animado! beijos a todos.
Pereira d'Almeida | 2007-11-13
"Tá na hora" de cada Secção, dentro da autonomia que lhe é conferida pelo Regulamento, fazer deste "sitio" o JORNAL que todos ambicionamos ter no Seixo. Que seja criado um espaço para as tão desejadas notícias, justa aspiração daqueles que, sendo de cá, cá não estão!
Por mim, estarei sempre ao dispor para a colaboração desinteressada!
"Bota Seixo"
Força Rapaziada!
Joao | 2007-11-12
É com muito gosto que venho por este meio desejar as maiores felicidades à ACRSeixo e a esta nova iniciativa. Com certeza que este novo site muito contribuirá para continuarem o bom trabalho e assim, de forma mais simples, poderem chegar a um grande nº de pessoas que estão ligadas ao Seixo.
Sem mais,
Bota Seixo!
Michael Simões | 2007-11-11
Este ano tive a oportunidade de passar pela vossa bela terra! Fiquei realmete contente com todo pessoal jovem que conheci! Mostram um bom exemplo de convivencia e solidariedade uns com os outros! Parabens por esta iniciativa e espero voltar brevemente a essa humilde mas grande terra!Convido-vos tambem a visitar um dia destes Vale Travesso, perto de Fátima!
Bruno Patusco | 2007-11-11
Quero dar os parabens a todos os que conseguiram levar esta inciativa do "site" a bom porto! Espero que os actais membros continuem com a dinâmica e dedicação que tem vindo a demonstrar! Um grande abraço a todo o pessoal desta grande terra que é o SEIXO! Força Marrazes!
Alice Neto | 2007-11-10
Que bom ter mais outro meio de receber noticias de Cabecas verdes/Seixo
Parabens as pessoas envolvidas nesta iniciativa e obrigado por terem dado a oportunidade a todos de poder deixar mensagens.
João Manuel Zagalo | 2007-11-09
Mais uma boa iniciativa das gentes do Seixo!....Este espaço vem mesmo a calhar para divulgar tudo o que de cultural se passa na nossa terra.
Eu como sócio fudador deste movimento associativo, e apesar de estar longe do meu país, nao posso deixar passar este grande momento da vida da minha associação, que é, a criação deste espaço de comunicação, com as portas abertas au Mundo!...E para celebrar este evento deixo-vos aqui um pequeno poema da minha autoria , jà publicado na net no”POEMAS DO SEIXO DE MIRA” que canta a nossa mãe gandaresa...

MÃE GANDARÊSA


Mulher altiva no porte,
Humilde no coração,
Um filho mama em seu peito,
Outro leva pela mão.

Com o seu ventre sagrado
Esta terra povoou,
E a sua beatitude
Das Areias foi virtude

Pelo bruto peso da enxada
Sua vida foi vergada;
Sem queixume nem lamento,
Cozeu o pão do sustento.

O trigo loiro da seara
Em farinha peneirou,
Com a força de seus braços,
Nosso pão ela amassou.

Ela foi mãe, foi madrinha
Desta terra que fundou,
E, pela graça dos céus,
Seixo-Mira lhe chamou...

Rezava quando cantava
E tinha a graça na voz;
Sorria quando chorava
Mesmo gritando por nós,

O eco que nos legou
'Inda chegou até nós,
Passará de geração
Aos netos pelos avós.

Seixenses, vinde às janelas
Contemplar a mãe gandarêsa;
Vinde, moços e donzelas,
Apreciar sua beleza.

Em tosca pedra moldada,
Cheia de encanto e beleza,
Plo escopro foi cinzelada
Estátua da mãe gandarêsa.

João Manuel Zagalo
Sofie | 2007-11-08
Fico tao feliz por saber que este site existe! Parabens!

Adicionar Comentário

Nome

E-mail

Comentário


Imagem de Segurança
Código de Segurança


ACRSeixo 2007 powered by vbworks.net